Cineasta, escolhido para dirigir a adaptação da franquia, chamou jogadores de "patéticos" e "fracos" em entrevista que voltou a circular nas redes sociais.
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O clima entre a comunidade de Call of Duty e a produção do futuro filme da franquia ficou tenso nesta semana. Peter Berg, o diretor escalado para comandar a adaptação cinematográfica, está sob fogo cruzado após declarações polêmicas feitas por ele em 2013 voltarem à tona. Na época, em entrevista à revista Esquire, Berg expressou uma visão extremamente depreciativa sobre a cultura dos videogames e as pessoas que dedicam seu tempo a eles.
As falas de Berg foram diretas e não pouparam críticas nem mesmo à franquia que ele agora representa.
“Acho que qualquer pessoa que fica sentada jogando videogame por quatro horas… é fraca. Vá sair, fazer alguma coisa”, comentou ele na ocasião, inserindo o hábito gamer em uma crítica sobre a suposta falta de resiliência das novas gerações.
O diretor foi ainda mais específico ao citar Call of Duty, classificando os fãs como “patéticos” e afirmando que não suportava a ideia de crianças jogando o título.
“Patético. Patético. Não suporto isso. As únicas pessoas para quem eu dou um passe livre com Call of Duty são os militares. Eles estão lá servindo, estão entediados e querem se entreter? Ok, talvez. Crianças? Nem pensar”, declarou Peter Berg em 2013.
O ressurgimento dessas citações gerou uma onda de desconfiança entre os fãs, que temem que a visão pessoal do diretor possa comprometer a fidelidade e o respeito à obra original. Até o momento, Berg não se manifestou sobre se suas opiniões evoluíram na última década ou como ele pretende lidar com a comunidade que ele mesmo criticou duramente no passado.
Fonte: Geekin 360°