Neste jogo de estratégia, cada decisão pode ser a diferença entre sobreviver e ver a colônia inteira desmoronar

Escrito em 24/09/2026
Gustavo Costa Ferreira

Erguer uma cidade já é tarefa complexa. Fazer isso em um planeta desconhecido, sem rede de apoio, com energia limitada e recursos que precisam ser administrados com cuidado, transforma cada construção em uma aposta calculada. É essa fantasia de fronteira espacial que sustenta Nova Origin, novo jogo de estratégia e simulação da tailandesa Zapnova Games. Nada pronto, tudo por construir Diferente de jogos que entregam uma civilização já estabelecida para o jogador expandir, Nova Origin começa do ponto mais básico possível: um assentamento que ainda precisa se tornar autossuficiente. A missão inicial envolve erguer estruturas, organizar produção, garantir energia e pesquisar tecnologias — tudo isso enquanto o próprio planeta ainda está sendo mapeado e compreendido. Cada expansão da colônia gera novas exigências: mais habitantes pedem mais recursos, novos setores dependem de energia extra, e avanços tecnológicos só se sustentam se a economia acompanhar o ritmo. O jogo trata a cidade não como um conjunto isolado de construções, mas como uma rede de necessidades interdependentes — crescer rápido demais, sem preparo, pode comprometer toda a estrutura. Energia, pesquisa e comércio como pilares estratégicos A energia ocupa papel central na gestão da colônia, funcionando como recurso que precisa ser equilibrado para manter as instalações operando e permitir expansão segura. [...]

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